Agora que já se passaram duas décadas, é possível entender com clareza. Aquela arrancada de Mineiro não parecia coisa de uma pessoa só. Nem o voo de Rogério Ceni - aquele voo. De fato, não eram. Todos os tricolores, os vivos, os mortos, os que estavam por vir, correram com Mineiro e voaram com Ceni.Como isso aconteceu? Digamos que é coisa de um clube bem-amado. E naquela noite em Yokohama, os Reds descobriram que quem jamais caminha sozinho é o maiúsculo São Paulo Futebol Clube. Para os íntimos, o Tricolor. Para todos, o Tricampeão Mundial de Futebol.Já era História. Agora também é Livro. Para sempre.