A ARTICULAÇÃO ENTRE POLÍTICA EXTERNA E DEFESA NO BRASIL E NA COLÔMBIA: TRAJETÓRIA INSTITUCIONAL E AUTONOMIA DECISÓRIA

SKU 162815
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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      GONÇALVES, FERNANDA NANCI Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      APPRIS EDITORA E LIVRARIA LTDA Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      329 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2021 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2021 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      16 x 23 x 2.1 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9786525010441 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      ‹ ›
      30/06/2021 Indisponível
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"Este livro tem vários méritos, mas ressaltaria pelo menos dois. Em primeiro lugar, o acerto metodológico na escolha dos dois estudos de caso. Colômbia e Brasil, dois países sul-americanos com os maiores efetivos de Forças Armadas (FFAA) e os maiores gastos em armamentos, em números absolutos, além de várias outras dimensões, como o papel das Forças Armadas de ambos os países na vida política nacional. Por outro lado, eles diferem de forma acentuada nas respectivas trajetórias históricas de ambas as instituições de defesa e diplomática. É essa diferença de trajetória que explica a distinção entre os dois no modo de articulação entre suas respectivas políticas externa e de defesa. E aí reside o segundo principal mérito da análise da autora: demonstrar como essas diferentes trajetórias institucionais impactaram na forma como se deu em ambos os casos a articulação entre os dois campos. No caso da trajetória brasileira, a separação entre a política diplomática e a política de defesa foi atenuada com a democratização, a criação de um Ministério de Defesa e, mais que tudo, o exercício de um novo papel das FFAA em funções externas, nas missões de paz da ONU. O resultado foi o compromisso mútuo entre as duas políticas. No caso colombiano, porém, o Ministério das Relações Exteriores permaneceu pouco prestigiado em sua atuação e o desvio de função das FFAA legitimou-se na defesa nacional com a ocorrência de uma verdadeira guerra civil. As últimas fortaleceram-se institucionalmente exercendo de fato atividades de política externa, em detrimento da organização diplomática."

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