O Pirronismo não nos dá respostas, mas aponta para possibilidades, e seu sentido terapêutico, como os autores apontam, nos faz, professor e alunos, tal como a serpente (um dos símbolos da medicina antiga) "trocar de pele", despir-nos de nossas "pelesdogmáticas", que nos envolvem, tolhem, encobrem, permitindo-nos uma nova expansão, uma nova atitude, uma nova conduta comopropõem os autores e como propôs Pirro, tal como interpretado por Sexto Empírico, um médico interessado na terapêutica, na "cura" que advém dessa nova postura.