A CRIAÇÃO DA ESCOLA DE CRIMINOLOGIA CRÍTICA DE BARCELONA

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9786559088805
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    • 1
      Autor
      GUTHMANN, YANINA Indisponível
    • 2
      Páginas
      150 Indisponível
    • 3
      Edição
      1 - 2025 Indisponível
    • 4
      Ano
      2025 Indisponível
    • 5
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      16 x 23 x 1 Indisponível
    • 8
      ISBN
      9786559088805 Indisponível
    • 9
      Situação
      Disponível Indisponível
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Em tempos de incertezas, marcados pela recente pandemia de COVID-19, em que as práticas mais cotidianas precisaram encontrar novas formas de ação e desenvolvimento, voltar o olhar para o trabalho da Escola de Criminologia Crítica de Barcelona (a Escola) nos conduz a uma experiência revigorante, quase urgente: a de questionar e repensar a educação jurídica. Roberto Bergalli (falecido em 2020) foi um marco para o campo das ciências sociais e jurídicas, também para a criminologia crítica e para toda a comunidade interessada na articulação entre a universidade, a produção acadêmica e a transformação social. Encontrar espaços intermediários entre os que pesquisam, o mundo acadêmico, os governantes, o universo da política e aqueles que integramo sistema de administração da justiça não é tarefa simples, exige criatividade e desafios constantes diante do poder.Não há garantias, nem proteção. O Observatorio del Sistema Penal y los Derechos Humanos (OSPDH) é paradigmático nesse sentido. Uma geração inteira que, há mais de quatro décadas, com Roberto Bergalli, Alessandro Baratta, Massimo Pavarini, Walter Antillón, Raúl Zaffaroni, Iñaki Rivera, Encarna Bodelón, Amadeu Recasens, Héctor Silveira, Iñaki Anitua, Marta Monclús, Camilo Bernal, Alejandro Forero e tantos/as outros/as, orientaram suas vidas, seus saberes e suas práticas para lutar contra a violência institucional e a pulsão expansiva do poder tradicional.Trilhar novos caminhos, conhecer as margens e descobrir as frestas por onde se filtra a luz em espaços difíceis (prisões, forças de segurança, instituições de justiça) exigiu novas propostas epistemológicas e pedagógicas, ou talvez tenham sido essas propostas que abriram caminho para novas formas de intervenção na realidade. Mas que realidade? O simples ato de "observar" os espaços sombrios da justiça, do castigo e das instituições que os administram já implica, em si, transformação e vigilância do que se observa. Esse tem sido, e continua sendo, o norte do Observatório. Um olhar interdisciplinar, uma busca constante por transmitir uma perspectiva dialética e, talvez o mais original, um encontro entre o intelectual e o sensível, os sentimentos, a própria vida de seus integrantes ? alguns dos quais pagaram altos preços por orientar suas vidas dessa forma, envolvem toda a produção da Escola em seu esforço por se manter no tempo, crescer e inspirar uma investigação crítica no direito, na sociologia e na política, para além das quedas, perseguições e perdas.

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