A ESTÉTICA DE RUPTURA: O NONSENSE EM EDWARD LEAR E RENATO POMPEU

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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      GRANATO, FERNANDA MARQUES Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      APPRIS EDITORA E LIVRARIA LTDA Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      131 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2020 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2020 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      16 x 23 x 0.8 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9786555236545 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      ‹ ›
      17/10/2020 Indisponível
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Esta pesquisa tem por objetivo resgatar o conceito do gênero nonsense com a finalidade de testar a hipótese de um possível diálogo entre textos de duas obras de características e épocas distintas: Viagem numa peneira, de Edward Lear (1846) e Quatro-olhos, de Renato Pompeu (1976). Os estudos realizados permitem comprovar que, entre os textos analisados, existem traços que possibilitam não apenas os aproximar, mas também realizar uma reinterpretação do gênero nonsense no contexto da contemporaneidade literária. Para o desenvolvimento do trabalho, elegemos alguns teóricos que dão suporte à análise das obras ficcionais, são eles: Aristóteles (2011) e Croce (1995), sobre gênero; Sewell (1952), Stewart (1978), Ede (1987) e Tigges (1988), sobre nonsense; Huizinga (2010), sobre o lúdico e o jogo; Watt (2010) e Lukács (2009), sobre a teoria do romance; Nikolayeva (2011), sobre a ilustração; Pignatari (2011) e Huxley (1948), sobre a poesia; e Agamben (2009), sobre o contemporâneo. A partir de uma retomada histórico-conceitual, nossa atenção volta-se para a perspectiva de comprovação da hipótese sobre o gênero nonsense, sua ligação com a era vitoriana e as reverberações que o referido gênero traz para a nossa contemporaneidade e, em especial, para o romance de Renato Pompeu, deixando como saldo a tendência para a fragmentação narrativa.

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