A LÍNGUA É O QUE NOS UNE: LÍNGUA SUJEITO E ESTADO NO MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA

SKU S22002
A LÍNGUA É O QUE NOS UNE: LÍNGUA SUJEITO E ESTADO NO MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA

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9788564806962
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    • 1
      Autor
      SOBRINHO, JOSÉ SIMÃO DA SILVA Indisponível
    • 2
      Editora
      HUCITEC Indisponível
    • 3
      Páginas
      160 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 0 Indisponível
    • 5
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      21 x 14 x 0.96 Indisponível
    • 8
      ISBN
      9788564806962 Indisponível
    • 9
      Situação
      Edição Antiga Indisponível
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O processo de gramatização brasileira da língua portuguesa começou, de forma mais sistemática, na segunda metade do século XIX. Mais do que levar à descrição e instrumentação brasileira do português, por meio da produção de instrumentos lingüísticos (gramáticas, dicionários, etc), esse processo conferiu legitimidade ao saber lingüístico produzido por gramáticos e lexicólogos brasileiros ao fundar uma relação com a língua portuguesa livre da subordinação a Portugal. Trata-se de um processo no qual a descrição da língua se articula com a questão da língua nacional, o discurso sobre a língua cruza com a questão da construção da nação brasileira. No escopo desse processo, que começou no século XIX e se estende, com alterações, até nossos dias, foi criado, em 2006, na cidade de São Paulo, o Museu da Língua Portuguesa. Nesse projeto de tese, buscaremos compreender os sentidos desse museu, adotando, para isso, a perspectiva teórico-metodológica da História das Idéias Lingüísticas, aliada à Análise de Discurso. Consideraremos, na investigação, as relações que esse museu mantêm com a história da própria língua portuguesa, da produção brasileira de conhecimento lingüístico, da instituição museu e do processo de formação política e social do Brasil com suas políticas públicas. Metodologicamente, observaremos a relação do dito/mostrado no museu com essas histórias conexas; examinaremos o recorte que o museu opera: o que ele mostra como sendo língua e o que não mostra, atentando para os efeitos de sentidos produzidos nesse jogo entre o dizer/mostrar e o não-dizer/não.

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