Marx, definitivamente, não era uma pessoa normal. Ele não era, portanto, um puro "doente" obsessivo, hiperativo, ansioso ou impulsivo, era algo que estava "além" disso tudo.É dessa psico(pato)logia que tratamos neste livro, e da maneira como ela pode ser correlacionada com sua obra genial - apesar dos percalços soviéticos, mesmo grandes economistas de Wall Street têm uma certa unanimidade quanto a sua genialidade; alguns chegam mesmo a dizer que ninguém, até hoje, fez um diagnóstico do funcionamento do capitalismo tão correto e profundo quanto Marx - infelizmente, tanto em economia quanto em psiquiatria, um diagnóstico correto não pressupõe um tratamento eficaz. . .
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