Enquanto estas palavras são lidas, crianças são desmembradas por explosivos fabricados por nações que subscrevem tratados de direitos humanos. Como explicar que a mesma espécie, capaz de compaixão, arte e sacrifício, seja autora de atrocidades meticulosamente planejadas?A resposta convencional - que culpa a escassez de recursos, a política ou os instintos biológicos - parece superficial: descreve o palco, mas ignora o motor.Afinal, por que a humanidade não aprende a viver em paz?Ciente das armadilhas do misticismo alienado e da militância raivosa, esta obra propõe uma síntese urgente. Unindo o rigor da análise material à cirurgia psicológica e à física da percepção, o livro foge de cartilhas morais ou utopias distantes. Ele é um diagnóstico e um convite - para quem ainda considera que o tempo não se esgotou.A revolução que nunca tentamos exige que a mudança da estrutura social aconteça simultaneamente à dissolução da nossa própria ilusão de separação.Ao virar a página, o leitor não encontrará apenas uma tese, mas um espelho. A pergunta que fica não é se o mundo vai mudar, mas se você tem a coragem de sustentar o olhar diante daquilo que o mantém exatamente como está.****A Raiz Invisível investiga por que repetimos os mesmos padrões de violência sob diferentes regimes políticos e econômicos.Enquanto tentamos solucionar crises globais apenas trocando leis ou governantes, a obra propõe que o colapso contemporâneo - da extrema desigualdade à guerra e à devastação ambiental - encontra sua origem em uma falha de percepção que é simultaneamente psicológica, neurológica e linguística: a crença na ilusão de um "Eu" separado.Voltado para leitores exaustos da polarização e do ciclo de conflitos sem fim, o texto mapeia como o Estado e o mercado foram capturados por essa neurose coletiva. Apoiando-se em evidências empíricas, análise histórica e proposição de um teste prático de coerência social, o autor investiga se é possível interromper esse automatismo psicológico no dia a dia, e frear a engrenagem da desumanização na própria vida e nas relações sociais - antes que o relógio do fim do mundo marque meia-noite.A raiz invisível: por que a humanidade não aprende a viver em paz