Águas urbanas: as formas de apropriação das águas nas Minas: século XVIII

SKU TE4405
Águas urbanas: as formas de apropriação das águas nas Minas: século XVIII

Águas urbanas: as formas de apropriação das águas nas Minas: século XVIII

SKU TE4405
9788579392122
R$ 105,00
R$ 84,00
1 x de R$ 84,00 sem juros no Boleto
    • 1
      Autor
      ‹ ›
      Tedeschi: Ribeiro Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      ALAMEDA CASA EDITORIAL Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      379 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2014 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2014 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      14 x 1 x 21 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9788579392122 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      ‹ ›
      01/03/2014 Indisponível
Qtde.
- +
R$ 105,00
R$ 84,00
Quantidade

Produto Indisponível

Avise-me quando chegar

Consulte frete e prazo de entrega

Não sabe o CEP?
As formas de apropriação das águas nas Minas Século XVIIIEste livro trata de uma história pouco comum: os usos das águas em Mariana, cidade escolhida para ser sede do bispado da Capitania de Minas Gerais, a partir 1745. Indispensável à sobrevivência, o precioso líquido era objeto frequente de sobressaltos por parte da população quando o excesso de chuvas transbordava a cidade.Por outro lado, as dificuldades de abastecimento de água e a falta de chafarizes eram motivos de preocupação para as autoridades e também de conflitos entre os moradores. Sem água não era possível comer, minerar, lavar roupa, cuidar dos animais e das plantações.Para resolver esses problemas, a Câmara da cidade precisou tomar várias providências ao longo da segunda metade do século XVIII, as quais são descritas e analisadas com grande habilidade pela historiadora Denise Maria Ribeiro Tedeschi.Ela nos transporta aos labirintos subterrâneos de um aqueduto pouquíssimo conhecido, desvenda seu percurso, os construtores e usuários. Localiza também os antigos chafarizes de Mariana, repletos de lembranças e personagens, cujas trajetórias de vida permitem a reconstituição histórica do cotidiano da cidade e de seus moradores.Sem descuidar dos múltiplos usos das águas nas atividades domésticas e produtivas, o estudo atenta ainda para as técnicas de construção no período, explorando um rico viés de análise da cultura material. Mas é nas relações que a autora estabelece entre as ações públicas da Câmara e as práticas privadas dos camaristas no exercício do poder que a complexa rede de abastecimento de água da sede do bispado de Minas Gerais revela os meandros da política e da administração coloniais com suas mazelas e benesses.Apoiado em pesquisa rigorosa desenvolvida em arquivos brasileiros e portugueses e escrito em estilo elegante, além de muito agradável, o livro ora apresentado se constitui em estudo altamente original e contribuição importante para a história das cidades, da cultura material e da administração na América portuguesa.Leila Mezan Algranti-----------------------------------Rios e inundações, chafarizes e aquedutos, salubridade e escassez das águas. Águas urbanas desnaturaliza um dos hábitos mais banais e corriqueiros dos homens, o consumo da água. Refere-se aos usos da água na cidade de Mariana no século xviii, povoado aurífero das Minas Gerais, arrasado pelas enchentes e que teve sua organização espacial reformulada por ordem do monarca D. Joã

Avaliar produto

Preencha seus dados, avalie e clique no botão Avaliar Produto.
Muito Ruim Ruim Bom Muito Bom Excelente

Produtos que você já viu

Você ainda não visualizou nenhum produto

Termos Buscados

Você ainda não realizou nenhuma busca