CIVILIZAÇÃO SELVAGEM OU, TIGELAS DE BARRO ESPATIFADAS NO CHÃO

SKU 324278
CIVILIZAÇÃO SELVAGEM OU, TIGELAS DE BARRO ESPATIFADAS NO CHÃO

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9786562370027
R$ 44,00
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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      FRANCISCO NETO Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      MERCADO DE LETRAS Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      60 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2026 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2026 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      12 x 6 x 22 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9786562370027 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
      Lançamento Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      ‹ ›
      24/07/2026 Indisponível
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E quando a vida pode ser bela como um jardim de orquídeas, teimosa como um capim dourado, mas frágil como tigelas de barro? Um livro costurado por temas como burnout, exaustão docente, maternidade, violência de gênero, saúde mental e impactos da IA no trabalho e no amor.Em Civilização Selvagem ou Tigelas de Barro Espatifadas no Chão, a literatura brasileira contemporânea ganha um livro de contos que pode ser lido como um romance fragmentado, onde cada narrativa se sustenta por si, mas também como um romance subterrêneo, em que todos os contos se entrelaçam em torno da vida de Ana e Pedro e seus dois filhos Téo e Ravi e os dois gatos Calíope e Dom. Essa originalidade foi reconhecida pela crítica literária e professora titular da USP e da Universidade Livre de Berlin, Lígia Chiappini. Em Civilização Selvagem ou Ana é uma Onça, acompanhamos Ana, jovem empregada doméstica, que enfrenta o assédio do deputado e do filho. Sua resistência é narrada como metamorfose - a mulher que se torna onça para sobreviver. Um conto que expõe a violência de gênero e a força feminina em meio à barbárie urbana. Já Tigelas de barro espatifam no chão, Pedro, advogado brilhante e servidor público, construiu carreira, casa e família. Porém, vivia consumido por mensagens de clientes, noites sem sono e ressentimentos silenciosos. Um dia comum, a rotina se rompe: ao sair para o trabalho, o coração explode e ele cai no chão da garagem, diante da possibilidade de ser encontrado pelos filhos e pela esposa. Sobrevive, mas acorda no hospital como se fosse outro homem - leve, estranho, quase ausente - enquanto uma lagartixa corre pelo muro, lembrando que sua vida, como tigelas de barro, pode se espatifar a qualquer momento.Em A professora ou Jardim de Orquídeas, temos uma mulher que é mãe, esposa e professora. Ela tenta equilibrar as demandas da escola com o cuidado da casa e da família, até que um dia, na sala da diretora, desaba - ou morre?. Dos seus lábios vermelhos, pintados com batom Carolina Herrera, presente do marido, nasce uma orquídea, que se multiplica pela sala, pelo colégio e pela cidade inteira. Na última estória do livro, Presente de namorado, Pedro presenteia Ana com um anel repetido, e a discussão pelo celular se transforma em briga. Ferido no orgulho, ele decide criar uma Ana artificial no computador, carregando o histórico das mensagens e apagando os conflitos. A nova Ana é perfeita, sem aborrecimentos, e Pedro mergulha nessa relação digital, enquanto a Ana real

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