Concílio Vaticano II: Ecumenismo e o esvaziamento das igrejas

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    • 1
      Autor
      Melo: André Indisponível
    • 2
      Editora
      FLOS CARMELI EDIÇÕES Indisponível
    • 3
      Páginas
      235 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2026 Indisponível
    • 5
      Ano
      2026 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      16 x 2 x 23 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9786588751305 Indisponível
    • 10
      Situação
      Pré-Venda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      26/02/2026 Indisponível
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Fruto direto do relativismo, o ecumenismo precisou ser reiteradamente condenado pela Igreja no século XX. Até as vésperas do Concílio Vaticano II.No Concílio que visava abrir as janelas da Igreja, a ideia de que a religião Católica era a única verdadeira foi sendo deixada de lado nos ambíguos textos aprovados pela esmagadora maioria dos bispos. Exemplo palmar disso foi a nova definição de Igreja de Cristo, que segundo os documentos conciliares, subsistiria na Igreja Católica. Os modernistas souberam tirar proveito dessa ambiguidade. A ideia de aggiornamento dominou, como verdadeira febre, o Concílio e continuou a determinar o tom nos anos que o seguiram. Parecia que tudo tinha que ser reformado. Seria um novo Pentecostes. A primavera da Igreja, contudo, não chegou e o que se verificou foi um progressivo abandono da prática religiosa, um verdadeiro esvaziamento das igrejas.* * *Analisada a mudança no conceito de ecumenismo nos documentos conciliares e pós-conciliares, pudemos atestar que as novidades trazidas pelo Concílio apontam para a direção da relativização da religião, e não o contrário. Ademais, se o Vaticano II tivesse assumido posição contrária à das mudanças na sociedade, ele teria contribuído para afervorar a prática católica, e teria sido um marco, um ponto de inflexão no indiferentismo que vinha sendo imposto ao mundo. Não foi o que se verificou.Pelo contrário, tantos os documentos conciliares, como aquilo que nos anos seguintes foi feito em nome do "espírito do concílio", levam à conclusão de que a adesão ao catolicismo não é necessária para a salvação. E uma instituição que relativiza a importância da própria pregação e da necessidade de adesão ao que ela sempre ensinou só poderia perder seguidores. A falta de convicção dos pregadores arrefece a eficácia de suas palavras. E isso quando eles ainda entendem que devem pregar para converter.

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