Este volume apresenta desafios interseccionais às vivências constitucionais das mulheres brasileiras. A partir de temas como maternidade, participação política, violência, saúde, sexualidade e educação, as autoras investigam como as experiências, trajetórias e existências das mulheres são reguladas, silenciadas ou instrumentalizadas nas estruturas de poder. A coletânea tenciona a suposta neutralidade das instituições e propõe uma democratização radical do constitucionalismo. Com enfoques que vão da teoria crítica à análise empírica, da interseccionalidade às decisões judiciais, o volume reposiciona o feminino como eixo central do direito constitucional. Trata-se de um convite a repensar a justiça, a cidadania e a democracia sob uma lente feminista.