Constitucionalismo negro: raça, cidadania e silêncios na formação da Constituição de 1891

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Constitucionalismo negro: raça, cidadania e silêncios na formação da Constituição de 1891

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9786553962590
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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      Ribeiro: Julio Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      CONTRACORRENTE Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      398 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2025 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2025 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      15.5 x 2.5 x 22.5 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9786553962590 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
      Disponível Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      ‹ ›
      04/04/2025 Indisponível
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A EDITORA CONTRACORRENTE tem o prazer de anunciar o lançamento do livro "Constitucionalismo Negro: raça, cidadania e silêncios na formação da Constituição de 1891", do professor Deivide Júlio Ribeiro. O livro, que é resultado de sua tese de Doutorado, aborda a Teoria da Constituição e as relações raciais, analisando em que medida as expectativas de cidadania da população negra foram contempladas pela primeira Constituição Republicana do Brasil. O autor também aborda a Revolução de São Domingos/Haiti, segundo ele, negligenciada pela história, mas que trouxe a população negra como protagonista das transformações sociais, algo pouco provável para o época em que foi promulgada. O movimento questionou e denunciou os modelos estabelecidos pelo constitucionalismo estadunidense e francês. O prefácio é assinado pelo consagrado jurista Adilson José Moreira."O trabalho de Deivide Ribeiro comprova que este contrato racial não tem apenas uma dimensão política e jurídica, mas também uma dimensão epistemológica, pois ele está amplamente construído em torno de narrativas culturais que legitimam práticas institucionais excludentes cujos efeitos são perpetuados ao longo do tempo". - ADILSON JOSÉ MOREIRA

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