Um dia, meio que a toa, deu-me uma vontade de escrever qualquer coisa para testar a minha capacidade, pois a minha vida desde os 16 anos foi vivida em meio ao chamado mundo da comunicação. Por obra do destino, meu pai, então presidente da LBV em Barretos/SP, iniciava um programa de rádio na PRJ8 para difundir a mensagem legionária. Acreditando que eu tinha alguma aptidão e porque minha voz tinha um timbre agradável, convidou-me para com ele dividir a apresentação desse programa.