HIDRELÉTRICAS E POVOS INDÍGENAS: O CASO APUCARANINHA - VOLUME I - A EELSA E A ELETRICIDADE PARA A PEQUENA LONDRES E REGIÃO

SKU 117310
HIDRELÉTRICAS E POVOS INDÍGENAS: O CASO APUCARANINHA - VOLUME I - A EELSA E A ELETRICIDADE PARA A PEQUENA LONDRES E REGIÃO

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9786555233421
R$ 93,00
R$ 74,40
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    • 1
      Autor
      NOVAK, ÉDER DA SILVA Indisponível
    • 2
      Editora
      APPRIS EDITORA E LIVRARIA LTDA Indisponível
    • 3
      Páginas
      169 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2020 Indisponível
    • 5
      Ano
      2020 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      16 x 23 x 1.1 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9786555233421 Indisponível
    • 10
      Situação
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      14/07/2020 Indisponível
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Essa contextualização histórica da eletricidade no Brasil e a análise da legislação do setor elétrico, entre a década de 1930 e meados dos anos 1970, exemplificando com o histórico da energia elétrica no Paraná e a história da EELSA e do seu principal empreendimento hidrelétrico - a Usina do Apucaraninha - revelaram a ausência de qualquer tratativa na questão envolvendo hidrelétricas e povos indígenas. Tanto os atos legais da União e as próprias Constituições analisadas, quanto a política adotada pelo Estado do Paraná, não indicam qualquer menção aos indígenas da área utilizada para a construção e instalação da maior usina do norte do Paraná naquele período. Entretanto essa omissão não significou a ausência de relações entre os representantes da União, Estado do Paraná, EELSA, SPI e Comunidade Indígena do Apucarana. O histórico dos Kaingang da bacia do rio Tibagi, que será demonstrado no Volume II desta obra, é fundamental para entender as ações e os interesses de todos os sujeitos presentes naquele contexto histórico, possibilitando a compreensão da política indigenista e indígena, desenvolvidas a partir da presença do empreendimento hidrelétrico, construído pela EELSA, no Salto Apucaraninha, em território do Posto Indígena Apucarana. Este jogo de interesses será analisado no Volume III, dando enfoque ao protagonismo dos Kaingang.

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