HISTÓRIA DA PEDAGOGIA - VOL. 4

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    • 1
      Autor
      RIBOULET, LOUIS Indisponível
    • 2
      Editora
      LICEU (CD) Indisponível
    • 3
      Páginas
      202 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2020 Indisponível
    • 5
      Ano
      2020 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      14 x 21 x 1.1 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9786586992083 Indisponível
    • 10
      Situação
      Disponível Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      03/07/2020 Indisponível
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O programa da Idade Média compreendia as Sete Artes Liberais. No século XVI se organizou o ensino das humanidades e, em seguida, alguns educadores de tendências naturalistas o julgaram pouco conforme às realidades da vida.No século XVIII, a Alemanha abriu as primeiras escolas reais. Maria Teresa, influenciada pelo Emílio, diminuiu, nos colégios, a parte consagrada ao classicismo. Na França, os Enciclopedistas e os pedagogos da Revolução, especialmente Diderot, Lakanal, Dauneu, Condorcet, pedem a substituiçãodas humanidades por estudos científicos. No século XIX, o ensino moderno penetrou em todo os países civilizados.Seria injusto contestar a necessidade desse ensino. Mas o que não se admite é que tenha o mesmo valor educativo que as humanidades clássicas.Estas têm a seu favor os mais magníficos resultados. Devemos a esses métodos, dizia Voltaire, "os nomes mais célebres do nosso país", em particular osgrandes escritores, a maior parte dos inventores e dos sábios mais ilustres dos três últimos séculos. Em nossos dias, um exame desinteressado tem verificado que os alunos que têm as melhores classificações para admissão às escolas superiores, com impressionante maioria, foram os que tinham cursado antes as humanidades clássicas.Acrescentemos que os partidários do ensino moderno pareciam não ter em vista senão vantagens econômicas e materiais. Tem-se até pretendido que certos adversários dos estudos clássicos agiam sob a influência de duas paixões: a da igualdade, que não toleraria nem mesmo a aristocracia dainteligência; e a da irreligião, que acha meio de prejudicar a Igreja abolindo o ensino do latim.Esta luta do cientificismo contra o ensino tradicional não tem dado bons resultados.

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