Intelectuais, militares, instituições na configuração das fronteiras brasileiras (1883-1903)

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    • 1
      Autor
      Cardoso: Carris Indisponível
    • 2
      Editora
      ALAMEDA CASA EDITORIAL Indisponível
    • 3
      Páginas
      190 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2016 Indisponível
    • 5
      Ano
      2016 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      16 x 1 x 23 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9788579393792 Indisponível
    • 10
      Situação
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      01/02/2016 Indisponível
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Resultado de uma aprofundada pesquisa, a obra ora apresentada examina o processo de demarcação das fronteiras brasileiras entre 1883 e 1903, com destaque para os casos da Argentina, da Guiana Francesa e da Bolívia. A resolução de antigas pendências com os nossos vizinhos latino-americanos derivou de um longo processo, até então considerado pacífico, apesar dos registros de violência nas faixas de fronteiras.Embora esse estudo já tenha sido alvo de investigações anteriores, a autora, de forma original, examina a participação do Barão do Rio Branco na consolidação da territorialidade brasileira, bem como evidencia a contribuição dos trabalhos das comissões brasileiras demarcatórias criadas para tais fins e de cientistas, militares e intelectuais nacionais e estrangeiros.O estudo do processo de demarcação das fronteiras constitui um interessante campo de investigação para se compreender as relações estabelecidas entre a política, a diplomacia, a opinião pública e os conhecimentos científicos empregados, entre outros aspectos. Além disso, o assunto se estendia do Parlamento e da Chancelaria brasileira para outros espaços como jornais de grande circulação e instituiçõescientíficas e culturais.----------------------------------------------------O processo de demarcação das fronteiras brasileiras envolveu a controvérsia de suas reais localizações e das diferentes designações que recebeu pelas metrópoles espanhola e portuguesa no período colonial, constituindo alvo de inúmeras disputas e debates posteriores. Além da condução diplomacia, o conhecimento científico (astronomia, geodesia, geografia) teve um papel fundamental na definição das nossas fronteiras.Não podemos ignorar a participação de indivíduos, muitos desconhecidos, que sacrificaram suas vidas na defesa dos interesses nacionais. Os litígios de fronteiras serviram para estimular sentimentos patrióticos, atraindo a participação de personalidades do cenário intelectual e político, bem como de instituições cientificas e culturais nestes debates.Habilmente, José da Silva Paranhos Junior, o Barão do Rio Branco, resolveu antigas pendências fronteiriças. Na elaboração das defesas nos casos da Argentina, da Guiana Francesa e da Bolívia, examinados nesta obra, Rio Branco promoveu uma alentada pesquisa documental nos arquivos europeus e uma intensa troca epistolar com intelectuais brasileiros e europeus, que de uma maneira ou de outra, nos legaram contribuições originais sobre o território

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