"Situando-se na história da condição existencial da afro-modernidade - história de escravidão, revolta, quilombagem -, Roberts nos libera um terreno conceitual bem empolgante, inexplorado, até então, pelas euronarrativas hegemônicas. Ao fazer isso, ele deixa irrefutavelmente nítido o quanto da teoria política ocidental foi construído no silenciamento das vozes de resistência de todos os Outros raciais que o Ocidente tentou subordinar". Charles W. Mills"Liberdade como quilombagem não é uma exegese esclarecedora sobre a agência dos escravos para criar espaços livres para viver, mas uma reflexão absolutamente brilhante sobre o significado fundamental da liberdade no mundo moderno. Teóricos políticos, historiadores, filósofos e críticos culturais, prestem atenção: Roberts é um pensador a ser levado em conta". Robin D. G. Kelley