Mesclando fotografias, diários, listas, conversas e narrativas historiográficas, Pedro Giongo inscreve um memorial afetivo sobre a Ilha de Superagui, refúgio ecológico no litoral do Paraná. Nestes fragmentos, os bastidores do longa-metragem que homenageia os moradores e a história da ilha ganham um novo corpo, transformando-se em uma reunião de desejos coletivos. Mais do que os registros de um filme, este livro convida o leitor a habitar a ilha por dentro, cruzando as fronteiras entre cinema, memória e a vida da comunidade caiçara.