Meu país, a África: autobiografia da pasionaria negra  

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9786557175675
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    • 1
      Autor
      Andrée Blouin Indisponível
    • 2
      Páginas
      302 Indisponível
    • 3
      Edição
      1 - 2026 Indisponível
    • 4
      Ano
      2026 Indisponível
    • 5
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      16 x 3 x 23 Indisponível
    • 8
      ISBN
      9786557175675 Indisponível
    • 9
      Situação
      Pré-Venda Indisponível
    • 10
      Data de lançamento
      08/06/2026 Indisponível
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Meu país, a África, autobiografia da revolucionária Andrée Blouin, é um potente relato sobre as lutas anticoloniais na África nas décadas de 1950 e 1960. Blouin narra sua infância em um país africano colonizado, em meio aos maus tratos e discriminações sofridos num orfanato religioso europeu. Com linguagem acessível, a autora conta que se politizou após a morte de seu filho René, de dois anos, depois que a administração local de Bangui lhe negou comprimidos de quinina, por ele não ser branco. Ao longo das quatro décadas seguintes, se dedicou incansavelmente na luta por uma África liberta do imperialismo ocidental. Andrée atuou ativamente na campanha de Sékou Touré pela independência e testemunhou de perto a tragédia congolesa como assessora de Patrice Lumumba, cuja prisão e assassinato narra com detalhes. A obra traz uma visão abrangente do nacionalismo pan-africano, com destaque para a frequente contribuição das mulheres nas lutas de independência.  "O colonialismo produzia essas crianças porque podia - e depois fingia não as ver, porque também podia. Num orfanato católico de Brazzaville para meninas de parentalidade mista, as freiras ensinaram-lhe que sua existência era um pecado. Este livro conta como essa criança educada para o silêncio se tornou uma das vozes mais incômodas durante as descolonizações africanas", escreve Kalaf Epalanga no texto de orelha. Trecho "Foi no meu aniversário de oito anos que a verdade chocante a respeito das pessoas negras fora de nossos muros chegou até mim. Nunca vou me esquecer de como tudo aconteceu, às cinco horas da tarde. Já naquela manhã havia algo estranho no ar. Eu sentira que havia uma agitação entre as freiras, embora elas parassem de cochichar e fechassem a cara quando alguma de nós se aproximava. Então, na hora das vésperas, íamos caminhando para a capela, duas a duas, como de hábito, quando de repente o silêncio foi rompido por um grito prolongado. Muitos anos já se passaram desde então, mas ainda me lembro daquele grito que transpassou o ar quente e nos fez estremecer. Só um sofrimento inumano seria capaz de arrancá-lo de uma garganta humana. Depois de um instante, outros gritos se levantaram, igualmente terríveis. Não era só um, mas vários homens estavam compartilhando o mesmo destino aterrador. Para chegar à capela, tínhamos de atravessar um passeio central que ia dar na entrada principal do orfanato, um portão de ferro batido, sempre fechado a corrente e cadeado. Pelas grades do portão podí

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