Neste ensaio, Terry Eagleton mapeia as forças que impulsionaram o modernismo. Mais do que uma revolução nas artes, o movimento foi a resposta a uma tríplice crise: de identidade, de linguagem e da própria história. Ao investigar desde a obscuridade intencional de James Joyce até o minimalismo pós-guerra de Samuel Beckett, o autor demonstra como uma vanguarda restrita a pequenos círculos estéticos acabou por reconfigurar toda a cultura de massa do século XX.