NA AURORA DO SENTIDO: OR UMA POÉTICA DO NONSENSE LITERÁRIO DE EDWARD LEAR E QORPO-SANTO

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    • 1
      Autor
      GRANATO, FERNANDA MARQUES Indisponível
    • 2
      Editora
      APPRIS EDITORA E LIVRARIA LTDA Indisponível
    • 3
      Páginas
      329 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2022 Indisponível
    • 5
      Ano
      2022 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      16 x 23 x 2 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9786525021768 Indisponível
    • 10
      Situação
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      14/04/2022 Indisponível
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A partir de estudos da obra de Edward Lear, esta pesquisa tem por objetivo verificar como os elementos de composição do gênero nonsense recompõem-se antropofagicamente de maneira a ampliar e consolidar o conceito no contexto da literatura brasileira, nos escritos de Qorpo-Santo. A relevância da proposta se coloca, em primeiro lugar, pelo fato de a fortuna crítica sobre a produção de Qorpo-Santo, a despeito de sua importância no cenário literário brasileiro, ser constituída, ainda hoje, por um número reduzido de pesquisas que tenham levado em consideração a possibilidade de ser expressão exemplar do nonsense. Em segundo lugar, considera-se que, exceto no artigo de Ávila (2009), os autores tenham sido considerados em perspectiva comparatista, apesar de suas obras trazerem marcas instigantes para uma possível aproximação, alimentando reflexões sobre a construção e as características próprias do nonsense. Para isso, caracterizamos o gênero nonsense, considerando A book of nonsense (1846), de Edward Lear, e Ensiqlopèdia ou seis mezes de huma enfermidade (1868-1873), de José Joaquim de Campos Leão, ou Qorpo-Santo. Em termos de fundamentação teórica, baseamo-nos na mimese aristotélica, no conceito de nonsense de Sewell (1952), Tigges (1987) e Stewart (1978), no conceito de paradoxo de puro devir e de lógica do sentido de Deleuze (1969), no conceito de oposição de Ogden (1932), nos conceitos de Lecercle (1994), no moderno teatro de Qorpo-Santo, por Leda Martins (1991), e no panorama do teatro brasileiro, de Sábato Magaldi (1962). Com relação à metodologia de pesquisa, nossa perspectiva segue os preceitos propostos pelo formalismo russo (em especial Jakobson, Tynianov e Chklovski); a linguística geral de Saussure (1916) e seu estruturalismo; a filosofia da linguagem de Deleuze; e o new criticism de I. A. Richards (1929), com a close reading aliada à realização da leitura das obras à luz de concepções teóricas, filosóficas, linguísticas e estético-criativas que partem necessariamente dos textos. A análise da estrutura de cada uma das obras ocorre em etapas, considerando a macro e a microestrutura, as personagens e os gêneros, que culminam na construção de um modelo do nonsense.

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