Nos poros da civilização: leprosos e leprólogos na cidade confinada (Santa Catarina, 1936-1952)

SKU 86732
Nos poros da civilização: leprosos e leprólogos na cidade confinada (Santa Catarina, 1936-1952)

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9788546205318
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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      Vaz: Araldi Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      PACO EDITORIAL Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      242 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2016 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2016 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      14 x 1.1 x 21 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9788546205318 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      ‹ ›
      01/07/2016 Indisponível
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Esta obra preenche uma lacuna nos estudos históricos sobre o destino das pessoas acometidas pela hanseníase, entre os anos de 1936 e 1952. Para isso, Rafael além de pesquisar e lidar com um exaustivo conjunto de dados e documentos de arquivos, não se furtou em realizar uma viagem no tempo acompanhado das memórias dos pacientes que ainda permanecem na Colônia. Ele os ouviu atentamente com a empatia de um bom "antropological blues" (Da Matta, 1978), realizando mais que um texto histórico, se valeu dos recursos etnográficos, mesmo que não explicitados. Esta atitude do autor e pesquisador remete ao tratamento desses personagens como sujeitos, recuperando a identidade dos mesmos e afastando-os do papel que lhes foi imposto no passado "sustentado por sentimentos, ações e discursos de repúdio, asco ou até mesmo piedade" (Vaz, 2011, p. 18) e que podem ser definidos como estigma. Rafael Araldi Vaz nos traz um viés novo na forma de relatar o acontecido, articulando o micro ao macro. Essa opção seduz o leitor e o faz seguir adiante no texto, que atrai mesmo aqueles não particularmente interessados na história das doenças, ou mesmo na lepra. Por que não dizer, o autor além de seguir rigorosamente o protocolo da pesquisa histórica, tem talento literário. (Ana Amora - Universidade Federal do Rio de Janeiro)

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