A jornada constitui o segredo. O Cético e o Ascético representam precisamente isso. A repetição de que alguém que se propõe sair a semear, ainda que em pranto, não retorna sem recolher em canto. É preciso ter a coragem de partir, é preciso a coragem de voltar. Ainda que tantas e tantas vezes nos sintamos sós, com um instrumento de corte um tanto cego abrindo caminho numa selva fechada. Essas imagens pelas quais tão grandemente já percorrera Dante Alighieri, foram recapituladas nessas páginas por Diogo Cruxen, propondo ao seu leitor a coragem, apesar do medo e da dúvida, de sair, de começar um bordado.