O FIM DA CLASSE MÉDIA: A FRAGMENTAÇÃO DAS ELITES E O ESGOTAMENTO DE UM MODELO QUE JÁ NÃO CONSTRÓI SOCIEDADES

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O FIM DA CLASSE MÉDIA: A FRAGMENTAÇÃO DAS ELITES E O ESGOTAMENTO DE UM MODELO QUE JÁ NÃO CONSTRÓI SOCIEDADES

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9788501118530
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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      Christophe Guilluy Indisponível
    • 2
      Páginas
      ‹ ›
      154 Indisponível
    • 3
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2020 Indisponível
    • 4
      Ano
      ‹ ›
      2020 Indisponível
    • 5
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      ‹ ›
      15.6 x 23 x 0.8 Indisponível
    • 8
      ISBN
      ‹ ›
      9788501118530 Indisponível
    • 9
      Situação
      ‹ ›
      Sob Encomenda Indisponível
    • 10
      Data de lançamento
      ‹ ›
      01/06/2020 Indisponível
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Este O fim da classe média explica, com linguagem direta, a onda populista que atravessa o mundo ocidental, das urnas às ruas, materializando-se em Brexit, nas eleições de Trump e Bolsonaro, e na ascensão do Vox na Espanha - essas sendo expressões apenas da porção visível de um soft power exercido pelas classes populares para forçar o "mundo de cima", progressivamente alienado, a se curvar ao movimento real da sociedade, sob pena de desaparecer.Neste livro, Christophe Guilluy detalha o desprezo da elite pelas classes populares e trata das consequências de não se atentar a seu descontentamento; isso enquanto a antiga classe média, o próprio equilíbrio entre extremos, dissolvia-se para aprofundar um fosso de ressentimentos. Haveria um mundo subterrâneo a explodir, que emite sinais de erupção próxima e talvez mesmo já inevitável.Crises de representação política, atomização de movimentos sociais e gentrificação das cidades são alguns dos sinais de esgotamento de um modelo que não constrói mais sociedades. Guilluy sustenta que, ao ser confrontadas com a deserção da burguesia, tensões e paranoias identitárias, as classes populares resistem, tentando preservar seu capital social e cultural. No entanto, sem poder econômico ou representação política, exercem pressão sobre o grupo que o autor denomina "mundo de cima", que, de alheio a defensivo, entra em declínio geográfico e cultural.

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