O IMPERIALISMO NA CULTURA CLÁSSICA

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    • 1
      Autor
      GUIMARÃES, HILTON CATANZARO Indisponível
    • 2
      Páginas
      288 Indisponível
    • 3
      Edição
      1 - 2011 Indisponível
    • 4
      Ano
      2011 Indisponível
    • 5
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      14 x 21 x 1.7 Indisponível
    • 8
      ISBN
      9788572837446 Indisponível
    • 9
      Situação
      Disponível Indisponível
    • 10
      Data de lançamento
      01/02/2011 Indisponível
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A obra identifica as principais correntes que mostram o imperialismo e suas distintas concepções de Direito Internacional no mundo antigo, recuperando os ensinamentos que as letras clássicas oferecem no campo das relações internacionais e contribuindo para que o precioso legado da antiguidade clássica não pereça. Destacando o direito do mais forte - considerado a matriz do pensamento imperialista -, o equilíbrio do poder entre as nações, a guerra e suas consequências para as relações internacionais na antiguidade, esta obra demonstra as relações de força entre as potências e o predomínio da concepção econômica sobre a política-jurídica no Estado imperialista. O capítulo sobre Tucídides atém-se à Guerra do Peloponeso e procura ressaltar o que há de propriamente "clássico" e possui valor perene para a teoria das relações internacionais. Discorre sobre a causa da guerra, dos princípios do imperialismo, da possibilidade de justiça na guerra à luz do julgamento de Plateia, do equilíbrio de poder, da essência do Estado espartano e da oposição entre terra e mar. O capítulo sobre Demóstenes ocupa-se da luta entre Atenas e Filipe da Macedônia, que teve desfecho fatal para a liberdade da Hélade. Os antecedentes e as consequências da batalha de Queroneia para o mundo antigo são objeto de cuidadoso exame. Já no capítulo sobre Isócrates, a distinção entre heleno e persa ganha forte relevo como a primeira manifestação consciente da diferença entre Ocidente e Oriente - de capital importância para a história universal. Na conclusão, retoma o conceito aristotélico de homem superior para explicar a essência do Estado imperialista.

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