Em O que realmente importa é a vida vivida, Verena Kast sugere que o leitor revisite a própria biografia como parte essencial do processo de individuação. A autora mostra como uma revisão da vida permite reconhecer o sentido simbólico das escolhas feitas, dos desvios, das perdas e dos momentos de sofrimento. Mesmo aquilo que foi vivido como erro ou fracasso pode ser compreendido como etapa necessária do caminho rumo ao si-mesmo. Ao olhar retrospectivamente para a própria história, torna-se possível integrar aspectos rejeitados ou esquecidos da personalidade, favorecendo uma relação mais reconciliada consigo mesmo.