OS ERRANTES DA VILA MACUCO

SKU 326204
OS ERRANTES DA VILA MACUCO

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9788547348441
R$ 46,00
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    • 1
      Autor
      ELIAS LINS GUIMARÃES Indisponível
    • 2
      Editora
      EDITORA ARTÊRA Indisponível
    • 3
      Páginas
      85 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2026 Indisponível
    • 5
      Ano
      2026 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      14.8 x 21 x 2 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9788547348441 Indisponível
    • 10
      Situação
      Pré-Venda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      26/09/2026 Indisponível
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A narrativa, ambientada na vila ficcional do sul da Bahia, segue Maria Fulô, errante das ruas, que, ao perambular, regava seus habitantes com histórias e lendas sobre corpos e almas ressurretos que emergiam diuturnamente e pareciam surgir de um paraíso perdido para um paraíso restaurado.Absorvida na própria realidade social e cultural da vila e no meio da sua busca de significados, Maria Fulô conhecia detalhadamente os corpos e as almas vagantes, expressos num cenário que combina belezas melancólicas, baldadas em deambular pelas ruas em meio aos delírios, com a construção de um espaço próprio de distração, curiosidade e acomodação deles pelos moradores.A culminância se desenrola por meio das desventuras cômicas e trágicas dos errantes, expressas nos relatos de suas vidas, que traziam uma mensagem ora de alegria, de uma paz interior sobre um olhar das suas vivências, que sepultavam os fragmentos e pedaços de uma existência eivada de desespero, ora pela certeza que, nos mares tortuosos da vida, o desatino imprime momentos de tempestade por meio de um som estrondoso, que consome, de modo inesperado, fragmentos de um ser.No remate, Maria Fulô acreditava que a imaginação enlouquecida dos erradios não representava a configuração de um pesadelo para os moradores da vila, senão um pressentimento de sabedoria fragmentária arraigada nos diálogos, que continham uma metáfora de vazios de almas, atravessados por um arcabouço de dor e de delícias que se rendiam ao desabrochar oscilatório das suas mentes.

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