OS LUGARES DOS NEGROS NA IMAGÉTICA DE MILITÃO: DISTINÇÕES SEMIÓTICAS

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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      SILVA, GOLDA MEIR GONÇALVES DA Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      APPRIS EDITORA E LIVRARIA LTDA Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      393 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2021 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2021 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      16 x 23 x 2.5 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9786558204190 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      ‹ ›
      21/05/2021 Indisponível
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O livro Os lugares dos negros na imagética de Militão: distinções semióticas problematiza a imagem do ser negro nas fotografias do intérprete Militão Augusto de Azevedo, geradas entre 1865 e 1885, questionando o lugar social desses sujeitos interpretados em sua produção imagética e na sociedade. Toma-se como interpretante a temática marginal do sistema escravista no Brasil, em diálogo com as teorias semióticas de Umberto Eco em seu Tratado Geral de Semiótica (1980). A análise busca compreender as imagens fotográficas que registraram a presença e ausência dos negros nas várias dimensões socioculturais, no contexto de modernização técnica e tecnológica da produção imagética fotográfica. Mas, também, no contexto de mudanças nos padrões de comportamento da sociedade, influenciados pela legislação imperial, políticas e práticas cotidianas registradas de diferentes modos e perspectivas e manifestadas no exercício das condições impostas, a africanos e descendentes escravizados, libertos e livres, pelo sistema escravista brasileiro no período recortado. Discute-se, na produção imagética do fotógrafo os temas, as formas e a composição fotográfica, além de sua estrutura estética e política em que se constituem as imagens do ser negro no Brasil voluntária e involuntariamente. Refletindo sobre os lugares sociais, o universo do trabalho e as identidades e identificações fluidas dos seres apresentados e representados nessas imagens. Parte-se dos estudos da cultura visual para se pensar as imagens fotográficas como uma possibilidade de leitura do mundo visível e não visível, dos seus processos e dos seus problemas. Dessa forma, analisam-se as séries imagéticas como um código sígnico que vela e desvela os percursos históricos em que se exclui e se insere o ser negro.

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