Pagu na Vanguarda Socialista: os escritos mais incendiários de Patrícia Galvão

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Pagu na Vanguarda Socialista: os escritos mais incendiários de Patrícia Galvão

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9788569536956
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    • 1
      Autor
      Dias: Sampaio Indisponível
    • 2
      Editora
      AUTONOMIA LITERARIA Indisponível
    • 3
      Páginas
      146 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2023 Indisponível
    • 5
      Ano
      2023 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      13 x 0.8 x 19 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9788569536956 Indisponível
    • 10
      Situação
      Disponível Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      05/08/2023 Indisponível
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O livro Pagu na Vanguarda Socialista: os escritos mais incendiários de Patrícia Galvão traz uma compilação inédita textos publicados durante o período de 1945 até 1946, na coluna Crônica Literária do jornal Vanguarda Socialista - editado por Mário Pedrosa e secretariado por Geraldo Ferraz, no Rio de Janeiro, entre 1945 e 1948. Publicação democrática e socialista, caracterizada como dissidente das diretrizes do então Partido Comunista do Brasil (PCB) - contribuiu com a divulgação e o desenvolvimento no país da teoria política dos quadros históricos não alinhados à orientação do Partido Comunista Soviético.A obra traz uma pesquisa exclusiva em diversos arquivos - os acervos do Centro de Documentação do Movimento Operário Mário Pedrosa (CEMAP) do Centro de Documentação e Memória da Universidade Estadual Paulista (CEDEM/Unesp); da "Seção DEOPS" do Arquivo Público do Estado de São Paulo; do acervo de Oswald de Andrade integrado ao Centro de Documentação Alexandre Eulalio (CEDAE) do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas (IEL/Unicamp), da Fundação e Arquivo e Memória de Santos, do Centro de Estudos Pagu Unisanta e da Biblioteca Nacional."Pagu sempre foi indomável. Impossível colocá-la em uma jaula, seja qualquer uma dessas. Pagu sempre falou por si mesma e a publicação de sua obra jornalística é uma das formas possíveis de, entre contendas, honrar esse espírito de desobediência. Pagu inconformada, sempre; Pagu incendiária; Pagu que não cabe em manuais ou formatos prontos. Suas publicações em jornais pertencem à mulher e ao homem do povo. Pagu lançava garrafas ao mar do futuro e por isso suas publicações jornalísticas pertencem também às pessoas não-binárias do povo, às travestis, às pessoas trans e a todes que vivem dissidências insurgente contra o sistema de gênero machista que ela fez questão de combater."- Marília Moschkovich, prefaciadora deste obra

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