PALIMPSESTO: O CORPO QUE SE REESCREVE: SOMOS CÓPIAS SUCESSIVAS DE NÓS MESMOS

SKU 320622
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    • 1
      Autor
      ARNALDO PINTO GUEDES DE PAIVA NETO Indisponível
    • 2
      Editora
      APPRIS EDITORA E LIVRARIA LTDA Indisponível
    • 3
      Edição
      1 - 2026 Indisponível
    • 4
      Ano
      2026 Indisponível
    • 5
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      14.8 x 21 x 2 Indisponível
    • 8
      ISBN
      9788547346867 Indisponível
    • 9
      Situação
      Fora de Catálogo Indisponível
    • 10
      Data de lançamento
      06/08/2026 Indisponível
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O livro Palimpsesto: o corpo que se reescreve convida o leitor a repensar a própria ideia de permanência. A obra apresenta a Teoria das Cópias, uma explicação clara e inovadora sobre como o corpo humano preserva sua identidade em meio à renovação constante de suas células e tecidos. Todos os dias, milhões de células morrem e são substituídas por novas. O organismo se reconstrói, mantendo a mesma forma geral, mas nunca sendo exatamente o mesmo. Cada célula-filha herda, com alta fidelidade, as instruções da célula-mãe, garantindo a continuidade das funções vitais e da coerência biológica que definem quem somos.Pequenos erros, no entanto, inevitavelmente surgem nesse processo. E é justamente por meio deles que a vida evolui: mutações escapam ao controle dos mecanismos de reparo, permitindo adaptação e diversidade. Surge, então, o aparente paradoxo da cópia: o ser humano nunca é idêntico de um dia para o outro, mas também não se torna radicalmente distinto. Algumas estruturas, porém, resistem ao fluxo da substituição: verdadeiras ilhas de estabilidade, como o cérebro, que preserva o eixo da identidade em meio à mudança. Inspirado no conceito de palimpsesto - antigos pergaminhos reutilizados, onde novos textos eram escritos sobre vestígios dos anteriores -, o autor mostra que o corpo é um manuscrito vivo, no qual a matéria se renova sem apagar totalmente o passado.A memória, nesse contexto, funciona como uma ilusão necessária: reconstrói o que fomos e nos faz acreditar que permanecemos os mesmos. O envelhecimento é consequência do mesmo princípio que sustenta a vida. O ser humano é um palimpsesto biológico, e a história evolutiva pode ser vista como um palimpsesto coletivo. O que permanece não é a matéria, mas o padrão organizador do fluxo de cópias - a estrutura informacional que resiste à entropia e torna possível a continuidade.O diferencial da obra está em traduzir processos biológicos complexos em ideias acessíveis sobre diversidade, envelhecimento, evolução e identidade. Com rigor científico e clareza narrativa, o livro revela os princípios que sustentam a vida e convida o leitor a compreender o mundo natural e a si mesmo sob uma nova luz.

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