PARADOXO HAITIANO: IDENTIDADE NEGRA E "BRANQUEAMENTO" NA CONTEMPORANEIDADE

SKU 162372
PARADOXO HAITIANO: IDENTIDADE NEGRA E "BRANQUEAMENTO" NA CONTEMPORANEIDADE

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    • 1
      Autor
      DÉUS, FRANTZ ROUSSEAU Indisponível
    • 2
      Editora
      APPRIS EDITORA E LIVRARIA LTDA Indisponível
    • 3
      Páginas
      175 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2021 Indisponível
    • 5
      Ano
      2021 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      16 x 23 x 1.1 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9786525003894 Indisponível
    • 10
      Situação
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      29/04/2021 Indisponível
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Muitas são as histórias que cercam as bandeiras nacionais que se sucederam desde a independência do Haiti. Atualmente, o lema L'Union fait la force está inscrito sob o brasão da bandeira vermelha e azul. Entre os múltiplos sentidos deste símbolo nacional encontramos um firme desejo de superação, aquele que seria traduzido na união dos descendentes dos que lutaram contra a escravidão e o domínio francês da antiga colônia de Saint Domingue. A guerra de independência foi capaz de unir, mas o mundo haitiano rapidamente foi cindido entre o urbano e o rural, o citadino e o camponês, com os desafios da construção de um Estado e a afirmação da sociedade que lhe deu origem. A liquidação do latifúndio por meio da consolidação da produção agrícola familiar, a escolha de um nome ameríndio para a nova nação, a invenção de uma nova língua e o reconhecimento da origem africana da esmagadora maioria dos que lutaram pela independência, são processos que convivem com a reivindicação de uma herança civilizacional francesa. No debate em torno do caráter excepcional da revolução (Alexis Beaubrun Ardouin versus Thomas Madiou), na reivindicação da perfectibilidade da raça negra em meio à hegemonia do racismo "científico" (Anténor Firmin), na afirmação da universalidade da cultura do camponês haitiano (Jean Price-Mars), no desejo da reconquista da história por meio de uma nova revolução (Jacques Roumain), o paradoxo haitiano acompanha a aventura do pensamento. A grande contribuição do sociólogo Frantz Rousseau Déus é contrapor os sentidos da negritude no Haiti ou, em outros termos, as sucessivas teorias nativas do país que engrandecem suas relações com a África e com a diáspora ao tempo que incorporam a herança civilizacional francesa, a um quotidiano de relações sociais pautado pela valorização da pele clara ou branca. Entre o consumo de produtos associados ao branqueamento, noções de beleza e a dinâmica do mercado amoroso, deparamo-nos com um país onde a luta contra o racismo não se esgotou numa revolução vitoriosa contra a escravidão e a colonização. De quebra, o texto de Frantz Rousseau Déus propõe um possível diálogo com o Brasil, com outros contextos marcados pela diáspora africana e com a própria África contemporânea.

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