Proteção Integral da Infância nas Redes Sociais 1ª Ed - 2026: Aferição de Idade como Garantia do Melhor Interesse das Crianças em Ambientes Online

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9788582426357
R$ 133,00
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    • 1
      Autor
      Daniel Teixeira Indisponível
    • 2
      Editora
      EDITORA FOCO Indisponível
    • 3
      Páginas
      224 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2026 Indisponível
    • 5
      Ano
      2026 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      17 x 1.2 x 24 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9788582426357 Indisponível
    • 10
      Situação
      Pré-Venda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      15/09/2026 Indisponível
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Proteção Integral da Infância nas Redes Sociais 1ª Ed - 2026Aferição de Idade como Garantia do Melhor Interesse das Crianças em Ambientes OnlineA obra defende que mecanismos robustos de aferição da idade são condição prévia indispensável para assegurar a proteção integral das crianças nas redes sociais restritas, em linha com o princípio constitucional do melhor interesse da criança.O livro analisa como redes sociais concebidas para conectar pessoas se tornaram ambientes de alto risco para crianças, expondo-as a conteúdos nocivos, contatos perigosos, condutas inadequadas e consumo abusivo, em um contexto em que o “bilhete de entrada” ainda é, em regra, apenas a autodeclaração de idade. A partir da teoria do Direito Civil-Constitucional, o autor sustenta que, sem aferição de idade confiável, instrumentos jurídicos como o consentimento parental e as salvaguardas do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente não conseguem operar de forma efetiva.A pesquisa se organiza em três capítulos articulados: primeiro, descreve os riscos de conteúdo, contato, conduta e consumo decorrentes da economia da atenção infantil e da arquitetura algorítmica das plataformas; segundo, critica a insuficiência da autorregulação e do modelo centrado em consentimento parental para garantir a proteção integral; terceiro, propõe a aferição de idade como instrumento técnico-jurídico necessário, analisando experiências na Austrália, Reino Unido e União Europeia e reinterpretando a Lei 15.211/2025 e a Lei Geral de Proteção de Dados à luz da Constituição. O trabalho parte da premissa de que a proteção integral da criança exige ir “além do consentimento parental”, impondo às plataformas o dever de implementar mecanismos de aferição etária antes do cadastro em redes sociais com restrição de idade.O autor separa metodologicamente a proteção de crianças (até 12 anos incompletos) da de adolescentes, destacando vulnerabilidades específicas das primeiras e propõe um modelo descentra

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