Resistência Krenak: Haverá justiça de transição para os indígenas no Brasil?

SKU 318843
Resistência Krenak: Haverá justiça de transição para os indígenas no Brasil?

Resistência Krenak: Haverá justiça de transição para os indígenas no Brasil?

SKU 318843
9786553615755
R$ 69,70
R$ 62,73
1 x de R$ 62,73 sem juros no Boleto
    • 1
      Autor
      Dora Nassif Indisponível
    • 2
      Editora
      KOTTER EDITORIAL Indisponível
    • 3
      Páginas
      160 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2026 Indisponível
    • 5
      Ano
      2026 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      16 x 1.5 x 23 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9786553615755 Indisponível
    • 10
      Situação
      Lançamento Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      05/05/2026 Indisponível
Qtde.
- +
R$ 69,70
R$ 62,73
Quantidade

Produto Indisponível

Avise-me quando chegar

Consulte frete e prazo de entrega

Não sabe o CEP?
Resistência Krenak: Haverá justiça de transição para os indígenas no Brasil?Em 1969, no auge da ditadura civil-militar, o Estado brasileiro instalou em Minas Gerais o Reformatório Agrícola Indígena Krenak - prisão e campo de trabalhos forçados destinado a indígenas considerados "desviantes" pelo regime. Tortura, deslocamento compulsório e apagamento cultural compuseram uma política sistemática de repressão que, décadas depois da redemocratização, segue ausente do debate público sobre memória e reparação.É essa lacuna que Dora Nassif enfrenta neste livro. Partindo do caso Krenak, a autora examina os limites da justiça de transição brasileira e demonstra como os mecanismos de verdade, memória e reparação foram aplicados de forma seletiva, deixando de fora as dimensões coletivas, territoriais e cosmológicas das violações cometidas contra os povos originários. A análise articula a literatura clássica do campo - Ruti Teitel, Jon Elster, Paige Arthur, Pablo de Greiff - ao pensamento crítico de Joaquín Herrera Flores e, sobretudo, de Ailton Krenak, para quem resistir é "adiar o fim do mundo".Mais do que reconstituir uma trajetória histórica, o livro se debruça sobre disputas vivas: a Ação Civil Pública que reconheceu os Krenak como vítimas da ditadura e a controvérsia em torno da tese do marco temporal, prova de que a luta por justiça não se esgota no passado. Ao colocar as epistemologias indígenas no centro da discussão, Dora Nassif propõe algo mais radical do que uma atualização do vocabulário transicional - propõe uma reinvenção dos seus fundamentos.

Avaliar produto

Preencha seus dados, avalie e clique no botão Avaliar Produto.
Muito Ruim Ruim Bom Muito Bom Excelente

Produtos que você já viu

Você ainda não visualizou nenhum produto

Termos Buscados

Você ainda não realizou nenhuma busca