Rússia versus ucrânia: nacionalismo versus globalismo, factos versus propaganda

SKU 276980
Rússia versus ucrânia: nacionalismo versus globalismo, factos versus propaganda

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9789893361931
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    • 1
      Autor
      Castela: C. Indisponível
    • 2
      Editora
      DINALIVRO Indisponível
    • 3
      Páginas
      1292 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2024 Indisponível
    • 5
      Ano
      2024 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      16 x 6.6 x 23 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9789893361931 Indisponível
    • 10
      Situação
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      01/05/2024 Indisponível
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Esta obra é o resultado de uma reflexão que o autor encetou, depois de mais de dois anos de investigação e pesquisas, visando encontrar respostas para algumas questões que se foram colocando no panorama geopolítico e geoestratégico, após os acontecimentos desencadeados a 24 de Fevereiro de 2022, na sequência de um conflito que se ia avolumando desde o Golpe de Estado (Euro-)Maidan, em 2014. A saber: 1. Se a Federação Russa, como é cada vez mais provável, alcançar os seus objectivos no conflito que a opõe ao regime de Kiev, será que a NATO, os EUA e a união europeia vão manter os convites (e compromissos) de adesão da Ucrânia? E como vão reagir os seus cidadãos, eleitores-contribuintes - confrontados com a hipocrisia dos seus governos, nos "milagres", medidos em milhares de milhões de euros e dólares, prestados e enterrados na Ucrânia -, nos sufrágios decisivos que vão ter lugar em 2024? 2. Optará a NATO, e o Politburo de Bruxelas, por enviar boots on the ground, para derrotar a Rússia? 3. Será que a narrativa ocidental sobre a guerra na Ucrânia tem algum fundamento? Se assim fosse, quiçá, então, as políticas ocidentais poderiam fazer sentido, mesmo que implicassem algum risco de conflito nuclear? Porém, e se esta ficcionada narrativa estiver errada? 4. Se assim for, o ocidente estará a basear as suas próprias decisões existenciais em premissas falsas? Ou, um compromisso negociado sem qualquer substracto, que poupasse as vidas de combatentes e de civis e, ao mesmo tempo, reduzisse um risco nuclear, representaria um apaziguamento? Seria uma necessidade prática, até mesmo uma obrigação moral? De quem? Estas perguntas são bem actuais e exigem uma profunda reflexão por parte do leitor. O autor ensaiou apresentar algumas pistas de análise, no confronto entre teses filosóficas, políticas e históricas, que radicam na oposição entre o Nacionalismo Liberal e o Globalismo Wokista em que se tece esta guerra, que opõe mundividências que se esgrimem no teatro bélico entre a Rússia e a Ucrânia (e, afinal, todo este ocidente em profunda e continuada decadência), tal como, aliás, noutro conflito em que se coloca a sobrevivência de um Estado - Israel (e do seu Povo) -, face à ameaça existencial de que é alvo, seja por parte da Teocracia iraniana e seus proxy, seja em consequência da hipocrisia desse mesmo ocidente. Dessa investigação ia despontando uma insaciável descoberta por Factos - alvo de uma Propaganda e de uma intolerável Censura que, entretanto, se foi instituciona

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