O autor é notável intelectual e conhecida referência nos estudos schmittianos, reconhecido por sua fina leitura sobre a secularização. A solidez teórica do livro é demonstrada pela experiência de consulta aos arquivos de Schmitt conjugada à mobilização de seus originais e a qualificada seleção bibliográfiica de comentaristas nacionais como Bercovici, Ferreira e Lessa, e internacionais como Barion, Becker, Blasius, Blumenberg, Galli, Hofmann, Kennedy, Koselleck, Laak, Marramao, Maschke, Mehring, H. Meier, Noack, Quaritsch, Schwab, Strauss, Taubes, Tomissen e Ulmen, dentre tantos clássi-cos que potencializam as sofisticadas análises de Castelo Branco, cenário que estimula à excelente leitura que seus sempre brilhantes textos oferecem.