O autor escreve tanto para os atores do mercado de seguros (corretores, securitários e servidores públicos instalados em órgãos dedicados ao mercado) como para o operador do Direito (membros das carreiras jurídicas e advogados).Não abusa do ?juridiquês? (linguajar próprio dos juristas e operadores do Direito que falam difícil) porque também direciona seu conhecimento para profissionais de formação em outras áreas de atuação (como Administração, Engenharia e Economia), todas com vínculos estreitos e interesses comuns com as ciências exatas, que são muito próximas do mercado de seguros.