SOB O SOL DE JOHANESBURGO: MULHERES NEGRAS E A LUTA DO MOVIMENTO NEGRO BRASILEIRO CONTRA O APARTHEID

SKU 313842
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    • 1
      Autor
      SILVA, FABIANA VIEIRA DA Indisponível
    • 2
      Editora
      APPRIS EDITORA E LIVRARIA LTDA Indisponível
    • 3
      Edição
      1 - 2026 Indisponível
    • 4
      Ano
      2026 Indisponível
    • 5
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      16 x 23 x 2 Indisponível
    • 8
      ISBN
      9786525087856 Indisponível
    • 9
      Situação
      Pré-Venda Indisponível
    • 10
      Data de lançamento
      14/05/2026 Indisponível
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Sob o sol de Johanesburgo: Mulheres negras e a luta do Movimento Negro Brasileiro contra o Apartheid (1977-1990), da professora doutora Fabiana Vieira da Silva, apresenta uma nova perspectiva sobre a luta contra o racismo no Brasil, marcada por três eixos fundamentais. Primeiro, a internacionalização do movimento negro, o qual inseriu o Brasil como parte ativa na construção de uma consciência negra diaspórica. Segundo, a formação de redes de solidariedade negra durante o regime do apartheid, que impulsionaram a elaboração de propostas antirracistas baseadas na realidade vivida pela população negra ao redor do mundo. E, por fim, o protagonismo das mulheres negras brasileiras na formulação de políticas de combate ao racismo, especialmente durante a ditadura militar, ampliando pautas que seguem essenciais na luta pela igualdade racial até os dias de hoje.Ao se conectar com a resistência sul-africana na segunda metade do século XX, a militância negra brasileira e, sobretudo, o movimento de mulheres negras perceberam como as políticas segregacionistas impactavam profundamente o cotidiano da população negra, seja no Brasil ou na África do Sul, influenciando educação, o mercado de trabalho, moradia, relações afetivas, padrões estéticos e, sobretudo, as possibilidades de ocupação dos espaços de poder. A luta contra o apartheid foi, ao mesmo tempo, uma denúncia ao racismo global e suas formas de manifestação em diferentes realidades fronteiriças e um instrumento estratégico para repensar as políticas internas do Brasil em seus múltiplos aspectos, especialmente no que diz respeito ao lugar que o racismo destina à população negra e aos caminhos antirracistas propostos por homens e mulheres negros na década de 1980 para subverter esse processo.

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