Sociedades culturais, sociedades anônimas: distinção e massificação na economia da cultura brasileira

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9788579394881
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    • 1
      Autor
      Moraes: Lucchesi Indisponível
    • 2
      Editora
      ALAMEDA CASA EDITORIAL Indisponível
    • 3
      Páginas
      452 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2020 Indisponível
    • 5
      Ano
      2020 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      16 x 1 x 23 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9788579394881 Indisponível
    • 10
      Situação
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      07/02/2020 Indisponível
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O livro de Julio Lucchesi é uma investigação que vai ao centro do mundo do financiamento e da gestão da cultura na Primeira República, figurando como uma contribuição fundamental para a compreensão do nascimento da cultura de massas no Brasil. Cachês de atores, preços de bilhetes de teatros e cinemas, salários de professores de piano, alugueis de salões de baile, cotizações de sociedades carnavalescas: todos os tipos de fontes contábeis são percorridas para a composição de uma abordagem material da cultura que lança nova luz aos debates estéticos e ideológicos do período.No coração desse sistema encontramos grandes mecenas e empreendedores culturais de origem modesta. O cruzamento dessas distintas trajetórias forma o universo do espetáculo carioca e paulistano. O desenvolvimento das indústrias culturais brasileiras não mascara, contudo, as forças e estratégias de distinção e de exclusão social.Sociedades Culturais, Sociedades Anônimas mostra de forma brilhante que apesar da retórica nacionalista, a Economia da Cultura da Primeira República brasileira cresceu sob forte dependência de produções e capitais estrangeiros e foi marcada pela velha lógica tradicional das elites do país - ostentatória, aristocrática e profundamente desigual. Luxo mais que lucro: é, paradoxalmente, para o valor simbólico dos produtos culturais que apontam as conclusões deste fascinante livro.Anaïs FléchetProfessora na Universidade de Versailles Saint-Quentin-en-Yvelines

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