Tecnopolíticas da vigilância: perspectivas da margem

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9788575596623
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    • 1
      Autor
      Melgaço: Lucas Indisponível
    • 2
      Páginas
      432 Indisponível
    • 3
      Edição
      1 - 2018 Indisponível
    • 4
      Ano
      2018 Indisponível
    • 5
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      14 x 2.4 x 21 Indisponível
    • 8
      ISBN
      9788575596623 Indisponível
    • 9
      Situação
      Disponível Indisponível
    • 10
      Data de lançamento
      07/12/2018 Indisponível
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A Boitempo lança a coletânea Tecnopolíticas da vigilância, organizada por Fernanda Bruno, Bruno Cardoso, Marta Kanashiro, Luciana Guilhon e Lucas Melgaço, livro que contempla os resultados das pesquisas e dos debates promovidos pela Rede Latino-Americana de Estudos sobre Vigilância, Tecnologia e Sociedade (Lavits), que opera, desde 2009, como um importante núcleo de reflexão do Sul global sobre as práticas e as instâncias da vigilância. A edição traz ainda textos traduzidos para o português de autores renomados no âmbito internacional das discussões sobre vigilância, entre eles o clássico ''''Big Other: capitalismo de vigilância e perspectivas para uma civilização de informação'''', da professora da Harvard Business School Shoshana Zuboff. O livro analisa tanto o desenvolvimento de novas formas de vigilância e controle quanto a experimentação de resistências e subversões que dialogam com elas.O desenvolvimento tecnológico em torno da captação, do processamento, do armazenamento e da correlação de dados produziu novas formas de vigiar e ser vigiado. Desde as câmeras de vigilância, o rastreamento de compras e as operações algorítmicas nas tecnologias digitais até o uso de chips e drones, as teias da vigilância se alastram, tornando-se não somente temidas, mas também banalizadas, naturalizadas e muitas vezes desejadas.A obra está dividida em quatro partes: ''''Governamentalidade e neoliberalismo'''', na qual autores renomados como Rodrigo José Firmino e a já mencionada Shoshana Zuboff discutem as implicações do uso de dados obtidos por máquinas de vigilância na esfera pública; ''''Cultura da vigilância'''', em que os artigos se debruçam nos efeitos da hiperexposição do ''''eu'''' em mídias sociais; ''''(In)visibilidades'''', tendo o uso de drones como principal tema e uma entrevista com o arquiteto e urbanista Paulo Tavares sobre a dimensão forense da arquitetura; e ''''Tecnoresistências'''', que reúne casos em que as novas tecnologias são subvertidas para outros fins, como o mapeamento do espaço urbano e a conexão entre movimentos sociais.

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