Os textos de Joaquim Félix de Carvalho, presbítero e formador na Arquidiocese de Braga, manifestam consciência do carácter poético, operativo e humilde, da liturgia. Bastará lermos ou escutarmos uma das suas homilias para termos a convicção de que aentende como lintel estendido entre duas pilastras, a poesia e a memória.