Um poeta não se faz com versos: Marginalidade e silêncio na obra musical de Torquato Neto

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    • 1
      Autor
      Oliveira: De Indisponível
    • 2
      Editora
      KOTTER EDITORIAL Indisponível
    • 3
      Páginas
      256 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2025 Indisponível
    • 5
      Ano
      2025 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      16 x 2 x 23 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9786553615120 Indisponível
    • 10
      Situação
      Lançamento Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      09/12/2025 Indisponível
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Um poeta não se faz com versos: marginalidade e silêncio na obra musical de Torquato Neto, de Vitor Hugo Abranche de Oliveira, é um estudo vigoroso sobre a trajetória estética do poeta-letrista que ajudou a fundar o tropicalismo - e que o tensionou por dentro. Percorrendo canções, crônicas e gestos de cena, o livro investiga como "marginalidade", "musicalidade" e "silêncio" se enredam no projeto de Torquato, do bricoleur tropicalista ao vidente trágico. O prefácio é de Rogério Skylab.Um retrato crítico de TorquatoA obra recompõe as condições históricas e afetivas que moldam o jovem Torquato, situa sua escrita no pós-guerra e nos impasses culturais dos anos 1960 e 1970, e desmonta leituras simplificadas que o relegam ora ao "marginal romântico", ora ao pós-tropicalista. O autor mostra como a persona torquatiana atravessa a MPB, flerta com a poesia concreta, dialoga com Oiticica e opera uma poética de fricção entre corpo, mídia e canção.Canção como pensamentoNas análises de "Marginália II", "Geléia Geral", "Domingou", "Pra dizer adeus" e "Todo dia é dia D", emerge a canção como campo de prova filosófico-poético: lugar de colagem, ironia e invenção, mas também de nostalgia do "discurso impossível". A pesquisa destaca a corporalização do dizer (o "monumento" de Tropicália), a reconfiguração do sujeito ("eu sou como eu sou") e o jogo tenso entre consolação e crítica na indústria cultural.Margem, mito e silêncioSem moralismo, o livro enfrenta o "mito da marginalidade" e o transforma em problema histórico e estético: a margem como posição ética e estratégia de linguagem, e o silêncio como gesto político - não apagamento, mas forma extrema de presença. O resultado é uma cartografia de vozes que descentraliza cânones e recoloca Torquato no centro de um Brasil contraditório, vivo e inventivo.

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