Nos porões da alma humana existem dores e amores excluídos, sombreados pelo tempo e ignorados pela multidão que vê apenas o que convém. Entretanto, quando tudo parece bem escondido, surge a simbologia da rosa, com o dom de acolher e expor as dores sofridas, causadas e esquecidas, mas que se acumularam em feridas, no mais das vezes femininas. Até que finalmente se perceba uma outra face, aquela que, de tão óbvia, não foi vista.