UMA POÉTICA PARA A FORMAÇÃO TRANS-FORMA: CENTRO DE DANÇA CONTEMPORÂNEA (BELO HORIZONTE - 1971-1986)

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    • 1
      Autor
      HOMEM, TARCÍSIO RAMOS Indisponível
    • 2
      Editora
      APPRIS EDITORA E LIVRARIA LTDA Indisponível
    • 3
      Páginas
      237 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2022 Indisponível
    • 5
      Ano
      2022 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      16 x 23 x 2 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9786525031972 Indisponível
    • 10
      Situação
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      06/10/2022 Indisponível
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"- Atravessa", já ordenava Diadorim ao canoeiro, quando, ao lado de Riobaldo, preparavam-se para seguir para o outro lado do rio. No entanto, partiam de um ponto e almejavam chegar ao outro lado. Embora a notável travessia roseana inspire, parece que nem sempre a travessia pode ser assim identificada: "A travessia perde seu destino porque não tem meta, não é finalidade" (SKLIAR, 2014b, p. 26). No entanto, existe uma trajetória no atravessar, e pode-se responder que essa trajetória é: nós mesmos. Atravessamos, e temos como companhia a presença deste "desconhecido": eu-mesmo.Estar em formação é estar em travessia. É das margens, dos encontros, das paisagens que emolduram o sujeito em formação, da situação, das relações, da atenção, das hesitações-interrupções-pausas, da temporalidade, de um estado de infância que a viagem-travessia-experiência pode vir a ser. A travessia não traz garantias, a segurança de sairmos ilesos, salvos. A travessia existe porque existe, assim como em Schiller (2002): "nós somos porque somos".Este livro não somente investiga, mas, também, procura problematizar e valorizar a formação do artista de dança (teatro) no espaço pedagógico e também fora dele, traçando conexões entre a arte que forma e a vida que forma. A formação é aqui pensada como a possibilidade de se levar o aprendiz a aproximar-se de si. Nesse entendimento, busca-se compreender como Marilene Martins, fundadora do Trans-Forma - Centro de Dança, concretizou seus modos de ensinar dança, de maneira a viabilizar tal aproximação por um conjunto de práticas que aqui são vistas sobre a perspectiva de uma poética amorosa e educativa. Aprendizagem e amor educativo podem se alinhar, conviver e criar o movimento que nos impulsiona o pensamento, o sentir e o fazer. Talvez, nesse encontro íntimo entre o homem e a escola amorosa, sejamos capazes de ir além da (trans)forma, capazes de "desaparecer" e construir juntos e amorosamente um estado de dança, um estado de vida.

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