Nesta alegoria dramatúrgica, a entidade absoluta assume forma humana para dissecar hipocrisias de um mundo corporativo, da educação e da fé.Entre drinks e discursos vazios, ela confronta arquétipos sociais e entidades como a hipocrisia, expondo as engrenagens invisíveis de poder e controle. Afinal, quanto de verdade somos capazes de suportar antes de sangrar?Anderson Garcia entrega uma sátira ácida a respeito de uma sociedade de aparências.