FILOSOFIA DO ODOR

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9788530935658
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    • 1
      Autor
      JAQUET, CHANTAL Indisponível
    • 2
      Editora
      FORENSE UNIVERSITÁRIA Indisponível
    • 3
      Páginas
      368 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2014 Indisponível
    • 5
      Ano
      2014 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      16 x 23 x 1.5 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9788530935658 Indisponível
    • 10
      Situação
      Disponível Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      07/08/2014 Indisponível
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A Filosofia do odor de Chantal Jaquet realiza uma autêntica reflexão filosófica sobre um dos nossos sentidos, o olfato, da antiguidade clássica até as épocas moderna e contemporânea. Sua abordagem vai muito além do privilégio concedido à visão e à audição em boa parte da história do pensamento e da cultura. Jaquet eleva o odor à dignidade de um objeto nobre. A reflexão sobre o papel do odor em nossa relação com o mundo se desdobra de Aristóteles a Montaigne, de Heráclito e Empédocles a Lucrécio e Nietzsche. Aristóteles valoriza a percepção dos odores e dela faz uma das características da humanidade. Por outro lado, uma perspectiva crítica da odorofobia surge na análise das obras de Montaigne e de Kant. Jaquet analisa o odor dos pontos de vista gnoseológico, ético e estético. Suas reflexões sobre os sentidos são um verdadeiro curso de teoria do conhecimento, onde a importância da reflexão sobre o odor modifica nosso saber sobre os sentidos. Este livro elabora uma reflexão muito original no plano estético. Ele funda uma estética olfativa que vai buscar seus elementos nas obras de Balzac, Baudelaire e Proust, assim como na pintura de Gauguin e na escultura de Rodin. A música de Debussy surge também como um universo em que os odores e perfumes adquirem um lugar especial, o espaço e o tempo de uma música dos odores. O livro analisa o papel dos odores na cultura oriental, particularmente no Japão, com as esculturas olfativas de Hiroshi Koyama no Japão. E investiga também o papel dos perfumes nas instalações da arte contemporânea. Na filosofia, finalmente Nietzsche vai surgir como o filósofo do odor que diz: "todo o meu gênio está nas minhas narinas". Nietzsche reconcilia o homem com sua animalidade e reabilita o corpo e os sentidos que são injustamente desvalorizados na tradição do Ocidente. Esta obra se dirige à comunidade universitária e ao público leitor em geral. Ela persegue um campo aberto por Corbin em sua história dos odores e do livro de Sussekind, O perfume, também de grande impacto no cinema. Manoel Barros da Motta

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