Internacionalização da educação superior: nações ativas, nações passivas e a geopolítica do conhecimento

SKU M41327
Internacionalização da educação superior: nações ativas, nações passivas e a geopolítica do conhecimento

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9788579390678
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    • 1
      Autor
      Contel: Betioli Indisponível
    • 2
      Editora
      ALAMEDA CASA EDITORIAL Indisponível
    • 3
      Páginas
      536 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2011 Indisponível
    • 5
      Ano
      2011 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      16 x 2.5 x 23 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9788579390678 Indisponível
    • 10
      Situação
      Disponível Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      01/03/2011 Indisponível
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Nações ativas, nações passivas e a geopolítica do conhecimentoManolita Correia Lima e Fábio Betioli Contel interpretam o cenário de internacionalização da educação superior, a partir de dados e documentos, apontando para o crescente número de pessoas e de países nele envolvidos nos últimos anos. Os autores destacam, principalmente, o papel ativo ou passivo que os diferentes países desempenham na nova geopolítica do conhecimento, mostrando os benefícios, as perdas e os riscos a ela associados.Os pesquisadores constatam que da perspectiva do fluxo de estudantes, professores e pesquisadores, e do intercâmbio de conhecimento e ciência, há uma crescente desigualdade entre os países centrais e anglofalantes (Estados Unidos Grã-Bretanha, Austrália, Canadá e outros), que utilizam a maior mobilidade dos atores acadêmicos em favor próprio, e os países periféricos.Estes, afirmam os autores, seguem a reboque do comando ativo dos países centrais, numa relação de subordinação, fornecendo cérebros, recursos financeiros, comprando produtos, consumindo serviços educacionais, pagando para que seus estudantes, professores, pesquisadores e administradores realizem cursos de formação de curta duração ou mesmo de graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado, em instituições localizadas nos países que integram o núcleo orgânico do capitalismo mundial.Como estes países já há alguns anos atingiram o estágio da pós-massificação da oferta de educação superior, tendo, portanto, um mercado interno cada vez mais limitado, os países situados na periferia passaram a representar um "atrativo mercado educacional". Neste contexto, concluem os autores, a menos que seja desenvolvida uma internacionalização mais ativa por parte dos países pobres, estes terão grande dificuldade para implementar mudanças estruturais.Enquanto o atual modelo internacional continuar sendo mais controlado por órgãos como a Organização Mundial do Comércio (OMC) do que pela UNESCO ficará mais distante a utopia dos governos progressistas de transformar os indivíduos de cada nação em verdadeiros cidadãos, livres e críticos, para que possam pensar e trabalhar pela melhoria da qualidade da vida em seus próprios paises. Estamos diante de uma das mais importantes contribuições ao debate da internacionalização da educação. É leitura obrigatória para todos os que querem conhecer as tendências e os desafios da educação superior de nossos dias.Sobre os autores: Manolita Correia Lima é graduada em ciência

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