Cezar Bandiera narra um fato que, infelizmente, não é raro acontecer nos rios amazônicos: um naufrágio. Aqui, vivemos o desastre do navio-motor Transrégia II, no qual ele viajava, e que, devido à sua fé e ao seu controle emocional, sobreviveu e aindaajudou a salvar outras pessoas. Este foi um dos mais pavorosos já registrados. Durante as buscas por materiais relacionados à tragédia, o autor constatou a negligência tanto com a história individual quanto com a história coletiva por conta dos registros parcos no órgão responsável, o abandono dos povos ribeirinhos e a falta de fiscalização; mas também observou o progresso da construção naval, que hoje entrega ao povo barcos mais rápidos e seguros.Este é um relato que não nos deixa indiferentes, porque, apesar de tudo, naufrágios ainda são comuns nos rios amazônicos.