Vinte e cinco anos não passam em branco. Passam por pranchetas e telas, obras, reuniões longas, prazos apertados e escolhas que definem um país em forma, luz e matéria. Quando iniciamos o OCA, a ambição era simples e grande ao mesmo tempo: registrara arquitetura no Brasil com seriedade editorial, olhar apurado e respeito ao trabalho de quem desenha espaços para a vida acontecer. Hoje, celebrar este marco é também reconhecer que o livro se tornou referência, e isso me deixa verdadeiramente feliz. Reconhecimento não é vaidade; é sinal de que a curadoria, a consistência e a entrega valeram a pena.