O livro Os rostos humanos de Deus fala da sacralidade do encontro com o outro, sobretudo com o outro desumanizado pela miséria, pelo abandono e pelos mais diversos estigmas sociais. Ao mesmo tempo, o livro fala da espiritualidade marginal como condição dessa experiência do sagrado transfigurado no rosto das vidas desumanizadas. Contudo, o livro não é um tratado de teologia ou filosofia da religião. Ele aborda a espiritualidade marginal a partir da vida de Maria Christina Sá, cujo caminho é inteiramente dedicado aos/às invisíveis do nosso tempo. Sua leitura é uma excelente oportunidade para a promoção da ditadura da indiferença que assola-nos desde há muito.